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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Educação

O Brasil manca quando citamos a sua educação. Particularmente, eu odeio o método bancário de ensinamento. Mas como evitá-lo? Como acabar com aquelas aulas malucas, em que o professor fala, fala e fala e o aluno dorme? O engraçado, disso tudo, é quando aprendemos o que não nos ajuda e aquilo que, realmente deveriamos aprender, não conseguimos fixar. E é nesse jogo, de ilusão e iludido, que nos arrastamos.

O mestre da ilusão é o letrado. Possuo professores assim. Lecionam para as paredes, pois ninguém os entende. E há aqueles que o fazem com gosto! Ignoram o aluno, o maltratam e ainda jogam a culpa na educação, no método como o aluno foi formado e em outra besteirinha qualquer. " O professor não ganha o suficiente", ouvi nesses dias. Mas, nesse idolatrado país, quem ganha o suficiente? Qual humano está satisfeito com o seu salário? Ganhar é um verbo que sabemos conjugar muito bem, já o ensinar e o ajudar... Nessa confusão toda, quem sempre perde é o aluno. O mesmo que será professor, daqui alguns anos, e que repassará esse sistema aos demais.

Mas a culpa não é, somente, dos professores. Os casos atípicos, graças a deus, existem. Possuo uma professora, de saúde coletiva, formada em Oxford. Temos outra formada em Cambridge UK, uma formada na frança, outra na alemanhã... De fato, professores bons não faltam. Os seus seus métodos de ensino são diferentes: entram, citam o assunto de sua aula e esperam a vontade do aluno em querer aprender. Não computam faltas, não fornecem trabalhos e não aplicam provas. Estão ali, para serem usados e para fornecer liberdade ao conhecimento e ao pensameto. Mas quem os usam? No inicio, poucos foram aqueles que o procuravam. Hoje, tenho que marcar um horário para ser atendido. Talvez, esse seja o método da salvação...

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